Um homem só tem o direito de olharum outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se. (Gabriel Garcia Marquez)

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FRANZ DE CASTRO HOLZWARTH


Franz de Castro Holzwarth, nasceu no dia 18 de maio de 1942, em Barra do Piraí, Estado do Rio de Janeiro , filho de Franz Holzwarth e Dinorah de Castro Holzwarth. Franz era um menino muito magro, mas com traços de uma grande inteligência. Aos 14 anos começou a trabalhar no Cartório do 1º Ofício, e depois no Banco do Comércio e Indústria de Minas Gerais.

Ao terminar o ensino médio, mudou-se para Jacareí-SP, onde iniciou o curso de Direito. Em 1965, Franz foi trabalhar como Assistente de Administração do Juízo de Direito de Jacareí, e no dia 14 de julho de 1968, iniciou sua carreira jurídica.

Certa vez, em meados de 1967, escreveu para um padre amigo: “Entretanto, o que importa para mim na vida é Cristo, e levá-lo aos outros como sacerdote. Há, em mim, um desejo de doação total. Espero em Deus que se faça sua vontade. Estou disposto para o que Ele me chamar…” E assim, buscando discernir sua vocação, Franz foi cursar o diaconado no Convento Sagrado Coração de Jesus, dos padres Dehonianos, em Taubaté-SP.

Franz foi convidado para evangelizar os presos e prepará-los para a Crisma. Foi aí que ele encontrou sua verdadeira vocação: trabalhar com os condenados. Em 1973, Franz ingressou na APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados).

Mesmo sendo um profissional bem sucedido, optou em viver de maneira simples, humilde e totalmente dedicada à obra de Deus.

No dia 14 de fevereiro de 1981, durante uma rebelião em Jacareí, que fora enormente repercutida na mídia, ele e Dr. Mário Ottoboni (fundador da APAC), foram chamados para intermediar as negociações, colocando-se como refém dos presos.

Foram preparados 2 carros que seriam para fuga dos presos, que num deles levariam Frazn. Era grande a tensão entre os presos e a polícia, até em dado momento fora disparado um disparo, que desencadeou um terrível tiroteio, de forma que o servo de Deus fora atingido por mais de trinta tiros, ceifando sua vida.

Morria um homem e nascia um Mártir, um exemplo de vida, de solidariedade, de amor e presença cristã. Franz cumpriu sua última missão como homem de paz e justiça.

Após sua morte vieram à tona informações que Franz já sentira que  sua morte seria breve, de acordo com vários depoimentos. A vida de Franz em muito se compara com a vida de Cristo, e para tanto fora iniciado um processo de canonização do servo.

Durante a fase diocesana, além dos levantamentos de documentos, informações e dados, mais de 30 pessoas foram ouvidas pelo Tribunal. Toda documentação foi rigorosamente transcrita, assinada, lacrada e enviada à Congregação para as Causas dos Santos, em Roma, no dia 22 de dezembro de 2010. ( fonte: Diocese de São José dos Campos)

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